terça-feira, 29 de novembro de 2016

Crônica Literária


A palavra crônica é derivada do latim Chronica e do grego Khrónos {tempo}, e significado principal que acompanha esse tipo de texto é exatamente o conceito de tempo. A crônica é o relato de um ou mais acontecimentos em um determinado tempo. A quantidade de personagens é reduzida, podendo inclusive não haver personagens. É a narração de um fato do cotidiano das pessoas, algo que naturalmente acontece com muitas pessoas. Esse fato é incrementado com um tom de ironia e bom humor, fazendo com que as pessoas vejam por outra ótica aquilo que parece óbvio demais para ser observado.
Um dos segredos de uma boa crônica é a ótica com que se observam os detalhes, é através disso que vários cronistas podem fazer um texto falando do mesmo fato ou assunto, mas de forma individual e original, pois cada um observa de um ângulo diferente e destaca aspectos diferentes.
Quando a crônica surgiu era um relato de acontecimentos históricos, que eram registrados por ordem cronológica. Podia usar uma visão mais geral ou mais particular, assim como podia destacar fatos mais relevantes ou secundários. A partir de Fernão Lopes, no século XVI, é que a crônica começou a tomar uma perspectiva individual ou interpretativa.
A crônica de teor crítico surgiu junto com a imprensa periódica {folhetins e jornais}, no século XIX. Começou com um pequeno texto de abertura que falava de maneira bem geral dos acontecimentos do dia. Depois passou a assumir uma coluna nos folhetins {coluna da primeira página do periódico} e por fim adentrou de vez ao Jornalismo e à Literatura.
A característica mais relevante de uma crônica é o objetivo com que ela é escrita. Seu eixo temático é sempre em torno de uma realidade social, política ou cultural. Essa mesma realidade é avaliada pelo autor da crônica e uma opinião é gerada, quase sempre com um tom de protesto ou de argumentação. Esse tipo de crônica pode ser simplesmente argumentativa, e dispensar o uso da narração. É possível que percam-se assim, elementos típicos do gênero como personagens, tempo e espaço.
Sendo assim podemos identificar duas maneiras de se produzir uma crônica: a primeira é a narrativa, que como já foi dito, conta um fato do cotidiano, utilizando-se de personagens, enredo, espaço, tempo, etc. A outra maneira é a crônica dos textos jornalísticos, é uma forma mais moderna do gênero, e ao contrário da outra não narra e sim disserta, defende ou mostra um ponto de vista diferente do que a maioria enxerga.
As semelhanças entre as duas são justamente o caráter social crítico, abordando sempre uma maneira de enxergar a realidade, e o tom humorístico, irônico ou até mesmo sarcástico. Podem se utilizar, para esse objetivo, de “personagens tipo”, da sociedade que criticam.
Não se pode confundir a crônica com outros gêneros como o conto ou a fábula, estes têm características individuais que os diferenciam daquela.
A crônica conta um fato comum do dia a dia, relatam o cotidiano da vida real das pessoas, enquanto o conto e a fábula contam fatos inusitados ou até fantásticos. Ou seja, distante da realidade.

A crônica é um relato de acontecimentos, fatos, do tempo de hoje, fatos do cotidiano. É uma seção de jornal ou revista, na qual são abordados acontecimentos do dia-a-dia. Em sua estrutura predomina uma sequência de narrativas, com marcas subjetivas do produtor do texto.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Aula de Inglês nº 1

Tere aulas

Resenha Crítica- Um gênero do âmbito jornalístico


Ao nos referirmos sobre o âmbito jornalístico, torna-se importante mencionarmos acerca de suas finalidades. Sendo estas, basicamente, voltadas para a informação e para a opinião em se tratando dos acontecimentos sociais como um todo. Entretanto, há também uma outra, cuja intenção é informar aos seus leitores sobre as inúmeras opções voltadas para a cultura e lazer referentes a um determinado local.

A título de comprovação, basta folhearmos algumas páginas de um jornal de grande circulação que lá ela se encontra. Trata-se de uma seção na qual existe toda uma programação relacionada a eventos cinematográficos, teatrais, shows artísticos, ,culturais, passeios, dentre outros.
Conjuntamente a esta, se encontra aquela direcionada para a crítica, cujo objetivo do emissor é descrever sobre o objeto cultural, podendo referir-se a um livro, filme peça teatral, CD, entre outros, com vistas a estimular ou não o leitor a apreciá-lo. Como bem nos revelam Lokatos e Marconi {1996, p. 90}.

Resenha crítica é uma descrição minuciosa que compreende certo número de fatos: é a apresentação do conteúdo de uma obra. Consiste na leitura, resumo, na crítica e na formulação de um conceito de valor do livro feitos pelo resenhista. A resenha crítica em geral é elaborada por um cientista que, além do conhecimento sobre o assunto, tem capacidade de juízo crítico. Também pode ser realizada por estudantes; nesse caso, como um exercício de compreensão e crítica. A finalidade de uma resenha é informar o leitor, de maneira objetiva e cortês sobre o assunto tratado no livro ou artigo, evidenciando a contribuição do autor: novas abordagens, novos conhecimentos, novas teorias. A resenha visa, portanto, a apresentar uma síntese dos ideais fundamentais da obra.
Em se tratando de termos estruturais, pode-se dizer que o gênero possui uma estrutura livre. Tal afirmativa não quer dizer que não seja prioritário o relatar de seus principais aspectos. De modo contrário, faz-se necessário o destaque de alguns elementos, tais como:
* Referência bibliográfica- Autor {es}, título, subtítulo, local da edição, editora e data.
* Dados referentes ao autor- Quando? Por quê? Onde?
* Dados referentes ao objeto analisado- De que se trata? O que diz? Possui alguma característica especial?
* Resumo ou síntese das ideias principais.
* Estilo atribuído pelo objeto de estudo- Conciso, objetivo,simples? Claro, coerente, preciso? Linguagem adequada?
* Forma- Lógica, sistematizada?

Quanto à extensão do texto, esta pode variar conforme o espaço para o qual ela é destinada,sendo que geralmente se perfaz de um texto mais curto,assemelhando-se a um resumo. A título de constatação acerca de tais pressupostos, observe a seguir um exemplo representativo:

Exemplo: Um gramático contra a gramática
{ Gilberto Scarton}

Língua e Liberdade: por uma nova concepção da língua materna e seu ensino { L&PM, 1995, {112}páginas} do gramático Celso Pedro Luft traz um conjunto de ideias que subverte a ordem estabelecida no ensino da língua materna, por combater, veemente, o ensino da gramática em sala de aula.
Nos 6 pequeno capítulos que integram a obra, o gramático bate, intencionalmente, sempre na mesma tecla- uma variação sobre o mesmo tema: a maneira tradicional e errada de ensinar a língua materna, as noções falsas de língua gramática, a obsessão gramaticalista, inutilidade do ensino da teoria gramatical, a visão distorcida de que se ensinar a língua é se ensinar a escrever certo, o esquecimento a que se relega a própria linguística, a postura prescritiva, purista e alienada- tão comum nas "aulas de português".
O velho pesquisador apaixonado pelos problemas da língua, teórico de espírito lúcido e de larga formação linguística e professor de longa experiência leva o leitor a discernir com rigor gramática e comunicação: gramática natural e gramática artificial, gramática tradicional e linguística; o relativismo e o absolutismo gramatical, o saber dos falantes e o saber dos gramáticos, dos linguistas, dos professores; o ensino útil, do ensino inútil; o essencial do irrelevante.
Essa fundamentação linguística de que lança mão-traduzida de forma simples com fim de difundir assunto tão especializado para o público em geral- sustenta a tese do Mestre, e o  leitor facilmente se convence de que aprender uma língua não é tão complicado como faz ver o ensino gramaticalista tradicional. E, antes de tudo, um fato natural, imanente ao ser humano: um processo espontâneo, automático, natural, inevitável, como crescer. Consciente desse poder intrínseco, dessa propensão inata pela linguagem liberto de preconceitos e do artificialismo do ensino definitório, nomenclaturista e alienante, o aluno poderá ter a palavra , para desenvolver seu espírito crítico e para falar por si.
Embora Língua e Liberdade do professor Celso Pedro Luft não seja tão original quanto pareça ser para o grande público { pois as mesmas concepções aparecem em muitos teóricos ao longo da história}, tem o mérito de reunir, numa mesma obra, convincente fundamentação que lhe sustenta a tese e atenua o choque que os leitores- vítimas do ensino tradicional- e os professores de português- teóricos, gramatiqueiros,puristas- têm ao se depararem com uma obra de um autor de gramáticas que escreve contra a gramática na sala de aula.

Cumprimentos


What' s your name?
My name is ___________________

Good morning! Bom dia!
Good afternoon! Boa tarde!
Good evening! Boa noite! - Ao encontrar com alguém.
Good night! Boa noite! - Ao se despedir.
Hi! Hello!- Olá! Oi!
Good bye! Bye! So long! - Tchau! Até logo!
Excuse- me! Com licença! Desculpe-me!
Please! Por favor!
Thank you! Obrigada para mulheres; Obrigado para homens.

How are you! Como vai você? Formal)
Fine, thanks, and you? Bem, obrigada, e você?
All right; Okay- Thank you. Tudo certo, obrigada!

How do you do?  { Quando for apresentado}

Nice to meet you. {Prazer em conhecê-lo!}

Who are you? Quem é você?
I am _____________ Eu sou _____________

Who is she? Quem é ela?
Who is he? Quem é ele?

She is_________________
He is _________________

Who is your father? Quem é seu pai?
Who is your mother? Quem é sua mãe?

How old are you? Quantos anos você tem?
I am ______ years old. Eu tenho _______anos de idade.

Esude sempre, qualquer brasileiro ou de outro país pode aprender outra língua basta querer e reservar pelo menos 1 hora por semana.


ABC em inglês



A pronúncia está na frente das letras do Alfabeto
A- Ei
B- Bi
C- Si
D- Di
E- I
F- Éf
G- Dji
K- Kei
L- El
M- Em
N- En
O- Ou
P- Pi
Q- Kyu
R- Ar
S- Ess
T- Ti
U- Yu
V- Vi
W- Dâblayu - Dâb&lyu
X- Ekss
Y- Wai
Z- Zi- Zed

Espiritualidade- 1ª Semana do Advento

Irei publicar em 3 línguas, a minha que é a materna, inglês que sempre estou aperfeiçoando e espanhol que estarei aprendendo.

1º DOMINGO DO ADVENTO ANO A – 27 de novembro de 2016

Leituras
Isaias 2,1-5: Deixemo-nos guiar pela luz do Senhor.
Salmo 121/122,1-2.4-9: Vamos à casa do Senhor!
Romanos 13,11-14-a: Procedamos honestamente.
Mateus 24,37-44: Vós também ficai preparados.
FICAI ATENTOS PORQUE NÃO SABEIS EM QUE DIA VIRÁ O SENHOR

1. No ciclo do Natal, fazemos memória da manifestação do Senhor Jesus em sua encarnação e em nossa história atual, enquanto aguardamos a sua nova vinda. O ciclo do Natal engloba o tempo do Advento, as festas do natal e o tempo do Natal.
2. A comunidade reunida é sinal da espera do Advento do Senhor. Dar atenção especial aos ritos iniciais, cuja finalidade é de constituir a assembleia, formando o Corpo vivo do Senhor. Fazer uma acolhida afetuosa às pessoas, reconhecendo em cada uma delas a presença do Senhor que chega entre nós.
3. Como tempo especial de escuta e atenção à Palavra de Deus, dar destaque especial a todo o rito da Palavra. Cuidar de preparar bem a proclamação dos vários textos bíblicos, da homilia, do canto do salmo.
4. Escolher com cuidado os cantos de modo que a assembleia cante o mistério de Cristo, celebrado neste tempo de espera vigilante. As equipes de canto não devem colocar o seu gosto pessoal, é um direito da assembleia cantar o mistério celebrado. O Hinário Litúrgico I, da CNBB, oferece ótimas sugestões, assim como o Ofício Divino das Comunidades, onde encontramos salmo, hinos e refrões. Existe um CD publicado pela Paulus com as músicas do Hinário adequadas pra este Ano C: o volume “Liturgia VII”.
5. Os instrumentos musicais (órgãos, violão, teclado e outros) sejam usados com moderação, conveniente ao caráter próprio deste tempo, de modo a não antecipar a plena alegria do Natal do Senhor. O mesmo vale para as ornamentações com flores: discrição, comedimento, expressando o tempo de espera por algo bom que vai chegar.

http://bispado.org.br/1o-domingo-do-advento-ano-a-27-de-novembro-de-2016.html

Leituras de hoje: Isaías 4, 2-6
Salmo responsorial 121- 122
Evangelho de S. Mateus- 8, 5-11

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Aulão para os 9 anos A e B- Sylvia Noemia



Minha coordenadora Deise Lara pediu para nós fazermos o aulão na Quinta-feira dia 17 de Novembro, preparando os alunos para o Saresp e também serve para melhorar o aprendizado deles, graças a Deus hoje temos uma tecnologia que facilita nossa vida escolar.

Escolhi alguns vídeos que deixaram minha aula atrativa. 
Deixarei os links abaixo. Confira. Espero que vocês gostem também.

Primeiro-  Música- "Apocalipse"- Damares

https://www.youtube.com/watch?v=nsYcRlvHtQU

Segundo- Slides " Dissertar"- Uma explanação da professora.

http://pt.slideshare.net/MarceloC2/aula-01-texto-dissertativoargumentativo-estrutura

Terceiro- Trabalho sobre figuras de linguagem feita por alunos da série deles.

https://www.youtube.com/watch?v=fN_ytw0IbKU

Quarto- Música- Figuras de Linguagem.




Quinto- Karaokê- Coloquei na internet no telão e eles cantaram duas músicas.

Finalizamos com chave de ouro.

Foi fantástico.


Trabalho de Português - Figuras de Linguagem - 9º Ano - Kamal.wmv

Apocalipse Damares Legendado

Soletrando